Pedro Costa
Fundador, editor e redatorEstudante do Programa do Diploma (IB) em São Paulo. Escreve sobre instituições e política comparada.
Estudantes do ensino médio e da graduação trabalhando com reforma institucional no Brasil, nas regras e nos órgãos que ainda vão estar no comando do país quando formos nós a viver sob eles.
Um relatório do IPEA ou uma nota técnica do Tesouro podem decidir como milhões de pessoas vivem, e são lidos por algumas centenas. Entre o que circula numa escola e o que circula numa universidade existe um vão enorme, e é nesse vão que a Jovem Brasil trabalha.
Começamos de uma pergunta simples: será que estudantes da nossa idade conseguem escrever sobre reforma institucional a ponto de um universitário da área levar o texto a sério? A resposta depende inteiramente da revisão. Nada sai daqui sem passar por alguém que estuda o assunto há mais tempo do que quem escreveu.
A revisão aqui não é formalidade. Um revisor devolve as afirmações que a fonte não sustenta de fato, os números tirados de um press release em vez da série original, a conclusão que corre na frente da evidência que a embasa. Os rascunhos passam por quantas rodadas forem precisas, e um artigo que não se sustenta simplesmente não é publicado.
Artigos de 1.500 a 2.500 palavras, com uma fonte por trás de cada afirmação que precisa de uma, e os dados usados sempre indicados para quem quiser conferir.
Não defendemos partido nenhum e não vamos passar a defender. Nada sai sob esse nome para argumentar a favor de um partido, um candidato ou um governo, seja qual for a opinião de cada um de nós em particular. O único critério que uma proposta precisa atender é se ela deixaria o país funcionando melhor para quem vive nele — de onde veio a ideia é discussão de outra pessoa.
Um assunto entra na lista se o problema for concreto, se existirem dados públicos e se houver algo útil a dizer sobre o que fazer a seguir. Quando a evidência é fraca ou aponta em direções diferentes, o artigo relata isso em vez de exagerar o que encontrou.
Publicar é de graça, ler é de graça, e qualquer professor que quiser distribuir o PDF em sala de aula pode.
Estudante do Programa do Diploma (IB) em São Paulo. Escreve sobre instituições e política comparada.
Estudante do Programa do Diploma (IB) em São Paulo. Escreve sobre regulação bancária e fricções no mercado de crédito.
Estudante do Programa do Diploma (IB) em São Paulo. Escreve sobre política monetária.
Estudante do Programa do Diploma (IB) em São Paulo. Escreve sobre a história da privatização no Brasil.
Estudante do Programa do Diploma (IB) em São Paulo. Escreve sobre o setor de turismo e sobre investimento como forma de mudar a identidade de um estado.
Estudante do Programa do Diploma (IB) em São Paulo. Escreve sobre bancos de varejo.
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